Bruno Freire e Silva participa de seminários internacionais na Itália

Membro da ABDT e professor da UERJ integrou debates nas universidades de Roma Tor Vergata e de Milão, fomentando o intercâmbio entre os sistemas jurídicos brasileiro e italiano.
O membro da Academia Brasileira de Direito do Trabalho (ABDT) e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UERJ), Bruno Freire e Silva, participou, na última terça-feira (27 de outubro), do Seminário Internacional “Desjudicialização – Acesso à Justiça, Limites e Perspectivas Comparadas”, realizado na Università degli Studi di Roma Tor Vergata, na Itália. O pesquisador integrou o painel “Perspectivas da desjudicialização”, ao lado das professoras Paola Licci e Flávia Pereira Hill. O encontro reuniu juristas brasileiros e italianos para discutir os desafios da desjudicialização, os meios alternativos de solução de conflitos e suas implicações para a ampliação do acesso à Justiça.
A agenda acadêmica internacional de Bruno Freire e Silva também incluiu o I Seminário do Centro DEuTraDiS, promovido pela Università degli Studi di Milano, na sexta-feira (23 de outubro). Na ocasião, o professor proferiu a palestra “La gestione strutturale della funzione nomofilattica per l’efficienza della giurisdizione: un confronto tra Brasile e Italia” (A gestão estrutural da função nomofilática para a eficiência da jurisdição: uma comparação entre Brasil e Itália). O debate foi moderado pelo professor Albert Henke e contou com Andrea Giussani, da Universidade de Urbino, e Stefano Alberto Villata e Martino Zulberti, da Universidade de Milão, como debatedores.
Para Bruno Freire e Silva, a participação nos encontros contribuiu para aprofundar o diálogo entre diferentes sistemas jurídicos dos dois países e discutir questões relevantes para o desenvolvimento do Direito do Trabalho e do Direito Processual do Trabalho. “A internacionalização do debate jurídico é fundamental para o aperfeiçoamento do Direito do Trabalho e do Direito Processual do Trabalho no Brasil”, afirmou. Segundo o pesquisador, a troca de experiências permite ampliar a compreensão sobre desafios comuns enfrentados pela Justiça e buscar soluções que promovam segurança jurídica, efetividade processual e acesso à Justiça. Ele destacou, ainda, que o intercâmbio acadêmico possibilita não apenas apresentar pesquisas brasileiras no exterior, mas também incorporar novas perspectivas ao desenvolvimento do Direito nacional.







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